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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Saiba o que comer e garanta nutrição

Nutricionista Gabriela Jacinto

 Como vimos anteriormente, as proteínas vão muito além de nos dar energia: elas tem a nobre função de fazer parte da estrutura corporal. Também vimos que precisamos consumir alimentos de fonte animal para termos uma fonte completa de aminoácidos essenciais, mas que, se bem combinados, os cereais também fornecem uma boa porção destes. 

Mas agora, como distribuir isso no meu dia?
O ideal é que consumir, no mínimo, uma porção de proteína de alto valor biológico (carne, leite ou ovos) nas 3 principais refeições do dia (café da manhã, almoço e jantar). Nos intervalos, utilize também cereais integrais e oleaginosas para complementar as frutas e aumentar o nível protéico. 

Lembre-se: assim como a glicose baixa, os níveis de aminoácidos circulantes também, então precisamos manter as fontes de forma pareada. O consumo de suplementos alimentares deve ser instruído e acompanhado do profissional nutricionista.

 Existem no mercado uma infinita variedade, dentre eles os BCAAs, Whey protein, Glutamina, Proteína da carne, Proteínas de origem vegetal concentradas e os blends protéicos (proteínas combinadas). Geralmente são usadas após o exercício, complementando alguma refeição ou também antes do exercício. Porém, vale ressaltar que quando ingerimos proteínas demais estas viram energia, e podem acumular gordura corporal.
 Por isso, consulte um nutricionista e tenha uma alimentação balanceada!


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Nutrição: Pelas fibras das proteínas

Gabriela Jacinto esclarece dúvidas sobre as proteínas
As proteínas são compostos formados por aminoácidos e têm como função principal dar estrutura ao nosso organismo. Encontramos as proteínas em setores muito importantes,  como o DNA, parede celular, músculos, tendões, unhas, cabelos, pele e sangue.

Gabriela Jacinto
Também são de suma importância para a nossa imunidade e digestão, pois todas as enzimas são formadas por proteínas. Em último caso, também é fonte energética, especialmente para manutenção de atividade muscular e da glicose sanguínea. 

Geralmente desordens físicas nas unhas, cabelos e pele podem ser por falta de proteínas, ou por consumo inadequado. Já para músculos e tendões, age tanto para manter cartilagem como também para recuperação após algum exercício físico.

            
Você consome proteína corretamente? Na próxima edição as dicas para consumir de forma correta!

Fonte: Nutricionista Gabriela Jacinto

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Nutrição em pauta: Sucos Funcionais

Agora que o calor está definitivamente fazendo parte dos nossos dias, nos deparamos com a necessidade de maior hidratação e também de uma bebida refrescante. Unindo estas duas necessidades podemos ter como aliados os sucos. Além de ser uma forma de ingerir líquidos, a combinação com mais de uma fruta ou verdura pode auxiliar várias partes do corpo. 

Nutricionista Gabriela Jacinto
Pele, intestino e sistema imunológico são algumas delas. Vale ressaltar que para obter todos os benefícios, é indicado dar preferência a alimentos frescos. Se algum deles não for facilmente encontrado, adotar as polpas de fruta integrais é uma ótima ideia.

 Sugestões:

- Melancia + gengibre + linhaça
- Laranja + couve + limão + gengibre
- Cenoura + maçã + limão + laranja + gengibre
- Ameixa seca + abacaxi + hortelã + linhaça
- Cenoura + beterraba + maçã

            Vale lembrar que preferencialmente não devem ser adoçados e nem coados, pois este procedimento pode eliminar as fibras, que são muito importantes.

Texto: Gabriela Jacinto
                                                                                                           gabijacinutri@gmail.com
           


domingo, 29 de novembro de 2015

Nutrição em pauta: Elaborar pratos e respeitar o tempo de digestão


Como vimos anteriormente, a hipoglicemia acontece geralmente por 2 fatores: passarmos período prolongado sem alimentação, ou por comermos alimentos ricos em carboidratos e que aumentam de forma muito rápida a glicose sanguínea.

      Este processo eleva os níveis de insulina e acaba gerando o efeito contrário, ou seja, a queda brusca (Efeito rebote). Veremos como estabilizar a glicose e manter o ritmo desejado.


Nutricionista Gabriela Jacinto
       O primeiro passo é respeitar o tempo de digestão dos alimentos. Quanto maior e mais complexa for a refeição, mais tempo teremos que esperar para iniciar um exercício mais vigoroso. Se você almoçou ao meio dia, espere, pelo menos 2 horas para iniciar um exercício. Se ingerir um lanche como banana, cereal e mel, o tempo encurta para 45 minutos. 

       Prefira alimentos integrais, pois liberam a glicose de forma mais lenta, devido às fibras. Se for exercitar-se de manhã, e não tiver muito tempo entre a primeira refeição e o treino, use suplementos com liberação mais lenta, como o waxy maze.

        Combinar carboidratos e proteínas também é uma forma de retardar o esvaziamento gástrico, e manter os níveis de glicose mais estáveis. Agora, quanto às quantidades, isso deve ser individualizado, conforme suas necessidades. Para isso, procure um nutricionista.

Foto: Pixabay
Texto: Gabriela Jacinto 
                                                                                                           gabijacinutri@gmail.com

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Nutrição em Pauta - Sobrecarga de açúcar gera efeito rebote



Nutricionista Gabriela Jacinto
Como vimos anteriormente, vários estímulos muito antes da comida “cair no estômago” fazem com que o processo digestivo inicie. Os macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos) tem a sua função muito bem delimitada depois de serem quebrados em partículas reduzidas (glicose, aminoácidos e triglicerídeos). Mesmo com o organismo em ordem, a hipoglicemia pode ocorrer. Vamos entender o porquê.


Durante as atividades normais e de forma acentuada, no exercício físico, vamos gastando nossos estoques de energia, principalmente o glicogênio. Quando estes estoques ficam muito baixos, o organismo libera sinais de alerta para que se iniciem a produção de energia por meio de fontes alternativas, como o uso de aminoácidos.

Porém, como já mencionei anteriormente, este é um processo mais demorado. Para não comprometer o funcionamento de órgãos vitais, tais como coração e cérebro, somos parcialmente “desligados”, ou forçados a diminuir o ritmo, através do mal estar gerado pela hipoglicemia. Porém, existe outra forma de gerarmos uma hipoglicemia de rebote: isso acontece quando consumimos alimentos ou suplementos que liberam glicose de forma rápida na corrente sanguínea.

Quando o pâncreas recebe este estímulo, acaba liberando insulina em grande quantidade e de forma rápida, o que ocasiona uma queda brusca nos níveis de glicose no sangue. E teremos os mesmo sintomas. Veremos na parte 3 como evitar a hipoglicemia e melhorar o rendimento.
Foto: Pixabay
Texto: Nutricionista Gabriela Jacinto

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Nutrição em Pauta - Hipoglicemia durante o exercício



 Nutricionista Gabriela Jacinto
 Uma tontura, um zunir nos ouvidos, suor frio, fraqueza. Estes são alguns dos sintomas de hipoglicemia. Se você já sentiu estes sintomas enquanto se exercitava, é bom prestar atenção: sua alimentação não está adequada para a demanda.
          
      A produção de glicose sanguínea é um processo amplo, pois podemos gerar energia de várias formas. Umas mais rápidas, com o consumo de carboidratos, e outras mais lentas, como o uso de proteínas e lipídeos – estes últimos, sendo a opção menos usada pelo organismo.
    De forma sucinta, a obtenção de energia ocorre da seguinte forma: ao colocarmos algum alimento na boca, nosso sistema digestório já inicia o trabalho de produção e secreção de enzimas e hormônios que atuarão na digestão e absorção dos nutrientes. Sendo assim, os carboidratos serão digeridos e já se transformarão, de forma direta, em glicose, podendo ser prontamente utilizados pelo corpo em forma de energia, ou estocados na forma de glicogênio.

    As proteínas são minimizadas a nível de aminoácidos, estes podem ser utilizados para a síntese de novos tecidos, como por exemplo, o muscular, ou em tudo que necessite a construção ou renovação, sendo também utilizado para formar o colágeno, importante para articulações, unhas e cabelo, e no nosso sistema imunológico.

  A gordura é fracionada em triglicerídeos, podendo ser a fonte para produção de vários hormônios, além de fazer parte da membrana celular e da bainha de mielina do nosso sistema nervoso. Além das funções principais, as proteínas e gorduras, como falei anteriormente, também podem ser utilizadas como substrato energético.

Veremos isto na parte 2 do nosso artigo.
Fonte: Nutricionista Gabriela Jacinto
Foto: Divulgação/Pixabay

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Dica nutricional!

Seu excesso prejudica, seu corte brusco também. Os carboidratos são essenciais para a nutrição humana. Confira e conheça o que são os carboidratos com a nutricionista Gabriela Jacinto.



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Dica de nutricionista: PREPARAÇÃO DE UM LUTADOR

Nutricionista Gabriela Jacinto
Nutricionista Gabriela Jacinto

No mês de fevereiro de 2015 o teutoniense Claiton Crovatto Júnior lutou no Rio de Janeiro, e conquistou o cinturão no MáximusFight. Tive a alegria de fazer parte da equipe técnica que acompanhou o lutador durante todo esse período. Depois disso, muitas pessoas me procuraram para saber qual dieta seguir, seja para conseguir perder o peso que o atleta perdeu (quase 10 quilos em menos de 60 dias) ou pela forma física que adquiriu.
Também é comum as dúvidas para saber quais técnicas, no quesito nutricional, foram utilizadas para a perda de peso. Se além de dieta, foi feito algum período de desidratação, e qual o tempo. Com resultados extremamente satisfatórios, garanto que, no caso Claiton, foi um conjunto de treino intensivo, qualidade alimentar, suplementação adequada e descanso sempre que possível, seja entre os treinos ou à noite, no sono.
Focando no quesito dieta, muitos podem crer que ele fez alguma restrição em carboidratos. Inicialmente, quando fui procurada, o atleta já havia começado um processo, por conta própria, de controle alimentar. Como é uma pessoa que prima pela sua saúde, desde o primeiro momento demonstrou não ter interesse em perdas bruscas de peso que podem prejudicar muito a saúde, como a desidratação. Sendo assim, a abordagem nutricional se tornou muito mais fácil.
Na anamnese nutricional percebi que seu gasto calórico estava acentuado, pois, além dos treinos para a competição, ainda dava aulas no seu centro de treinamento. Por isso, não é viável e nem saudável, uma dieta com ausência de carboidratos. Nem mesmo a restrição energética pode ser muito grande. Sendo assim, distribuí e organizei conforme o índice glicêmico dos alimentos. Isso garantiu que Claiton não perdesse força e nem disposição para treinar, além de facilitar sua recuperação. Ajustei o seu consumo de suplementos, que, em suma, eram de seu uso a glutamina, whey protein, hipercalórico, polivitamínicos e maltodextrina.
Como tivemos tempo para a preparação, não foi necessário o uso de métodos como a desidratação para chegar a peso. Na última semana antes de embarcar, o peso do lutador já estava praticamente batido. Com isso também diminuímos o desgaste, facilitamos a recuperação e mantemos o sistema imune, diminuindo o estresse.
Podemos concluir que este processo exigiu a compreensão de todos que conviviam com Claiton. Também o trabalho prevê disciplina e foco no objetivo, o que compreende continuar na dieta e nos exercícios também no final de semana. Mas, como todo projeto bem executado, o resultado não poderia ser melhor. Só existem adjetivos positivos sobre a sua conduta. Agora, cada vez mais maduro e experiente, chega a fase de aprimorar, a cada competição.