quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Mão de Pedra defende cinturão em março

#Jungle Fight - O campeão dos meio-pesados do Jungle Fight, Dirlei "Mão de Pedra" Broenstrup defenderá o cinturão pela primeira vez em março. Sem data, nem adversário definidos, o lutador já se prepara para defender a Boxer MMA e representar o Rio Grande do Sul no maior evento de MMA da América Latina.
Dirlei conquistou o cinturão do evento diante de Martin "La Máquina" Otaviano, no Jungle Fight 74, realizado em São Paulo, no dia 29 de novembro. O westfaliano dominou o combate e venceu por decisão unânime.
Mão de Pedra tem 12 vitórias e apenas três derrotas.







Foto: Maciel Rodrigues Delfino

Gabriel Napão foi o primeiro atleta do UFC a pisar no Vale do Taquari

Demonstração de grappling
#UFC - Gabriel “Napão” Gonzaga esteve em Teutônia, no Vale do Taquari, realizando seminário de MMA. O carioca demonstrou uma sequência, desde a pegada no grappling até a queda , e finalizando no katagatame. Além disso, o lutador detalhou o overhand e o chute alto que consagrou-o na organização.
O seminário foi realizado no saguão do Centro Administrativo, onde o lutador distribuiu autógrafos, tirou fotos e trocou informações com os atletas. Cerca de 46 atletas de Teutônia, Lajeado, Estrela, Santa Cruz do Sul, Passo do Sobrado, Westfália e Porto Alegre estiveram presentes e receberam certificado ao final do evento.

Ele nocauteou Cro Cop
Napão tem 20 lutas pelo UFC, desde 2006, e tem um dos mais belos nocautes, com um chute na cabeça, sobre o croata Mirko Cro Cop. Em sua carreira o carioca enfrentou Fabrício Werdum, campeão interino dos pesados, Frank Mir e a lenda dos pesados Randy Couture. Com 16 vitórias e 9 derrotas em sua carreira, o faixa-preta de jiu-jitsu espera vencer os dois combates que ainda restam no contrato para se estabilizar na competição.
Em sua passagem por Teutônia Napão comentou o nocaute sobre Cro Cop. “Foi uma fase muito boa da minha carreira, onde passeia a ser profissional e viver só do esporte. Graças a esse chute. Treinei muito pra isso. Não pude subestimar ele. Estudei bastante o jogo dele e treinei bastante, mas tentei ganhar na minha área, no ground. Derrubei ele e apliquei cotoveladas. O juiz voltou a luta em pé, ele não estava esperando e eu mandei um chute. Graças a Deus pegou muito bem e virou história”, conta.

Mão de Pedra e Napão
Dirlei está no caminho”, diz Napão
Napão ascendeu do Jungle Fight para o UFC e diz que o anfitrião Dirlei “Mão de Pedra” Broenstrup está a caminho do maior evento de MMA do mundo.
“O Jungle Fight realmente é uma porta para o UFC. Vários atletas que lutaram no Jungle acabaram chegando no UFC. Acho que Dirlei está no caminho para ir ao maior evento do mundo. Ele está na porta. Tem que manter ganhando, defender os títulos, mas se acontecer alguma coisa no caminho, estamos na torcida”, comenta o lutador.

Lá tem infraestrutura e facilidade financeira”
Segundo o lutador, o que atrai os atletas brasileiros à irem aos EUA. “Fui para dar aula de jiu-jitsu lá, onde despontei no UFC. Hoje temos que tirar o chapéu para os EUA, porque eles tem infraestrutura e organização muito melhor do que no Brasil. Os brasileiros chegam no maior evento do mundo e não podem ficar para traz na parte de alimentação, preparo físico, de infraestrutura, um cage, octagon. Aqui tem muita mão de obra, muitos atletas bons, bons treinos, então pode levar esses treinos pra lá. Pagar uma passagem, estadia para um parceiro e acabar o treino lá. Lá tem estrutura e facilidade financeira que aqui não tem”, explica Napão.

Aos 35 anos de idade, Napão acumula 20 combates pela organização. Em sua carreira são computadas 16 vitórias e 9 derrotas. O lutador chegou a enfrentar o atua campeão interino dos pesados, Fabrício Werdum, Frank Mir e a lenda dos pesados Randy Couture. Embora venha de duas derrotas, o atleta busca vencer os dois combates que restam no contrato para manter-se estável no UFC.

Fotos: Pricila Fernanda Delfino

domingo, 11 de janeiro de 2015

"Poderíamos ser uma potência", conta Luís Huber, faixa-preta de jiu-jitsu

Faixa-preta Luís Huber
JIU-JITSU - Cerca de 26 atletas de jiu-jitsu de diferentes faixas compareceram na Garra Team, em Estrela, no seminário com o estrelense faixa-preta Luís Huber. Morando há dois anos em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, Huber traz um leque de detalhes que incrementam a arte suave. O encontro foi na sexta-feira, dia 9 de janeiro.

Em férias no Brasil, o atleta e professor Luís Huber aproveitou para afiar o conhecimento dos atletas do Vale do Taquari, em especial de Estrela, sua cidade natal. Ele conta como foi sua transição para a terra dos árabes e como o jiu-jitsu rola por lá.

"Em primeira mão tranquila, porque já estava buscando isso há mais de dois anos. Quando chegou a hora já estava preparado. Chegando lá recebia  notícia de que estaria incorporando em um projeto que ia além de dar aulas, mas ser um atleta profissional e representar a UEA Jiu-jitsu. Então, a  transição foi ainda melhor. Além de dar aula que eu gosto muito, consegui aperfeiçoar-me profissionalmente no esporte que eu tanto amo praticar", comenta Huber.

Huber e Anka demonstram movimentação
O aspecto mais interessante encontrado nos Emirados está na relação dos árabes com a arte marcial. "Isso começa em uma cultura. Não é nem no governo, é uma cultura implantada no povo, nas mínimas coisas. Tem as leis e o povo cumpre, tem as situações e eles seguem o certo. É uma cultura que engloba aquele pais. Não somente no esporte, mas na educação. Desde não ter violência na rua, ter uma sustentabilidade total em relação ao meio de vida. Então, não é só a luta, mas um total cultural. Eles veem o esporte como uma chave para a criança. Tanto é que o sheik fala: 'O que é bom para os nossos filhos é bom para o nosso povo'. A chave de tudo está nas crianças. Se tivermos uma educação de qualidade, uma formação de qualidade, vamos ter uma mudança cultural e futuramente um país diferente", comenta o faixa-preta.

Huber sente-se lisonjeado com a oportunidade fora de seu país de origem, mas gostaria que o jiu-jitsu fosse visto de diferente forma no Brasil. "A nossa maior mão de obra do jiu-jitsu está no Brasil. Poderíamos ser uma potência e viver da mesma forma que vivemos lá. Temos que deixar nossos familiares, amigos, para realizar os sonhos em um país distante, onde veem o esporte como um diferencial para a sociedade. Aqui, com tanta recurso, não só na área do jiu-jitsu, mas em todos os esportes, estamos a mercê de sermos amadores. Temos um potencial muito grande, já visto em cima dos tatames. Temos profissionalismo no Brasil, mas somos tratados como amadores", aponta Huber.

Da faixa-branca à preta, atletas buscaram conhecimento
Além de detalhes nas posições da arte suave, Luís Huber passou seus conhecimentos sobre os tatames. Aos 35 anos o faixa-preta busca ensinar que há um momento para cada atividade, que deve ser curtido ao máximo. Exemplo: sobre o tatame, aproveitar as amizades, aprender e deixar os problemas longe dali. Em casa saborear o momento de lazer com a família e buscar a felicidade acima de tudo.

Fotos: Maciel Rodrigues Delfino




quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Muhammad Ali deixa o hospital

Ali deixou o hospital para repousar em casa (foto: divulgação)
BOXE - Faltando 10 dias para seu aniversário de 73 anos, o ex-pugilista Muhammad Ali deixa o hospital em Louisville, EUA. Internado desde dezembro de 2014 em decorrência de uma infecção urinária, o ex-atleta saiu da observação do hospital nesta terça-feira. Mesmo com o peso da idade, Ali luta contra o Mal de Parkinson há 35 anos.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Para afiar o jiu-jitsu com Luís Huber, em Estrela

Huber traz toda sua experiência na faixa-preta
JIU-JITSU - Nesta sexta-feira, dia 9 de janeiro, o atleta internacional da arte suave, Luís Huber estará ministrando seminário na Garra Team, na Rua Cha Cha Pereira, Centro, em Estrela.

Serão três horas de atualização no jiu-jitsu com quem vive da modalidade em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Huber é campeão Gaúcho, Sul-Brasileiro, Campeão do Moscow Open, Campeão do Abu Dhabi Cup e da Seletiva Abu Dhabi Pro.

Organizador do evento, o faixa-preta Miguel Anka salienta a importância desse seminário. "Vai acrescentar muita experiência, pois Huber está há dois anos em Abu Dhabi, ao lado de grandes campeões mundiais e professores conceituados. Sem falar que é uma enciclopédia do jiu-jitsu”.

As inscrições podem ser feitas pelo celular (51) 9794 – 5164 ou pelo facebook de Miguel Anka.

Gabriel "Napão" Gonzaga, do UFC estará em Teutônia nesta quinta-feira

SEMINÁRIO - Pela primeira vez no Vale do Taquari, o peso-pesado do UFC Gabriel "Napão" Gonzaga estará ministrando seminário. Nesta quinta-feira, dia 8 de janeiro, no Centro de Treinamento Mão de Pedra, na Avenida 1 Leste, Bairro Centro Administrativo, Teutônia-RS.
Com 16 vitórias e 9 derrotas o carioca apresenta muita experiência no MMA, tendo lutado 20 vezes pela organização. Um dos registros mais importantes da carreira de Napão é o nocaute sobre o lendário Mirko Cro Cop Filipovic, em 21 de abril de 2007, no UFC 70. O lutador também mediu forças diante de Fabrício Werdum, quando ascendeu do Jungle Fight para o Ultimate, Randy Couture, Júnior Cigano dos Santos, Ben Rothwell, Shawn Jordan já no maior evento de MMA do mundo.
Napão traz ao Rio Grande do Sul a oportunidade de mostrar o que de mais novo se vive no wrestling americano, além da nova visão de trocação e posicionamento dentro do octógono.
Garanta sua vaga pelos fones: (51)99937322 , (51) 82820074, (51) 99563202

sábado, 3 de janeiro de 2015

Floyd "Money" Mayweather deve lutar contra Manny Pacquiao em maio

#BOXE - Após ser desafiado, o campeão dos médios do Conselho Mundial de Boxe (WBC) e da Associação Mundial de Boxe (WBA), Floyd Mayweather aceitou lutar contra o filipino Manny Pacquiao. O combate entre os dois está previsto para o dia 2 de maio deste ano.

Floyd Mayweather
Além de ostentar com carros de luxo, em baladas conceituadas, com relógios e roupas de luxo, Floyd, 37 anos, apresenta o impecável cartel invicto de 47 vitórias e nenhuma derrota. Aos 36 anos, Pacquiao tem 57 vitórias, cinco derrotas e dois empates, mas 38 nocautes em sua carreira.

Manny Pacquiao
A disputa entre os dois pode marcar o ponto final da carreira de Floyd, já que havia anunciado mais dois combates antes de pendurar as luvas. Especula-se o primeiro combate contra Pacquiao e uma revanche.



Enquanto não chega o momento do combate, "Money", desfruta da riqueza de um campeão. Já o desafiante se prepara para destruir um reinado.